Um estudo elaborado pelo Centro de Pesquisa e Treinamento em Saneamento, Cepts, vinculado ao Departamento de Engenharia Sanitária e Ambiental da Escola de Engenharia da Universidade Federal de Minas Gerais, UFMG, pode baratear o tratamento de esgoto.

A pesquisa, coordenada pelo professor Carlos Chernicharo, resultou na criação de um material de suporte feito de polietileno que pode ser aplicado em diversos sistemas de tratamento de esgoto.

Os microrganismos presentes no esgoto são retidos por meio desse sistema. Normalmente, para essa função são utilizadas pedras ou material sintético importado.

“A pedra é um material barato, mas muito pesado, o que dificulta o transporte e a colocação no interior das unidades de tratamento. Também é difícil de ser fornecida no tamanho correto, podendo ocasionar problemas de entupimento, além de apresentar pequena área superficial, ocasionando menor retenção de microrganismos”, avaliou o coordenador.

O sistema desenvolvido apresenta algumas vantagens em relação às técnicas empregadas usualmente, como custo reduzido e alta aplicabilidade.
*Com informações da UFMG.

Fonte: Ambientebrasil

 

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Um estudo realizado por uma doutoranda do Instituto de Química, IQ, câmpus de Araraquara, da Universidade Estadual Paulista , Unesp, avalia a utilização de um material feito a partir de celulose bacteriana para a regeneração dentária.

A pesquisa da cirurgiã-dentista Sybele Saska, utiliza a celulose da bactéria Acetobacter xylinum, um microorganismo encontrado em frutas e legumes em decomposição.

O material pode recuperar tecidos ósseos em um período de 7 a 15 dias, o tempo varia de acordo com o tamanho do dano. A capacidade regenerativa foi comprovada por testes in vitro e por um ensaio piloto com coelhos.

O produto levou cerca de um ano e meio para ser produzido e teve sua patente depositada em maio do ano passado, com o apoio do Programa de Apoio à Propriedade Intelectual da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo, Fapesp.

A membrana é composta, além da celulose bacteriana, por colágeno, um mineral que compõe o esmalte do dente, chamado de hidroxiapatita e peptídeos sintéticos, que são sequências de aminoácidos. Os peptídeos utilizados na pesquisa são capazes de regular o crescimento ósseo e contribuem com a regeneração.

“Essa inédita combinação traz uma nova perspectiva para o processo de regeneração de tecido ósseo”, explicou a pesquisadora. Segundo ela, apenas defeitos ósseos pequenos podem ser tratados com esse tipo de material.

A pesquisa foi premiada durante a 88ª Sessão Geral da Associação Internacional de Pesquisa Dentária, em julho de 2010, em Barcelona, na Espanha.
*Com informações da Unesp.

Fonte: Ambientebrasil

 

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A Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação, FAO, fez um alerta nesta quinta-feira (31) sobre o que chamou de “potenciais efeitos catastróficos” das mudanças climáticas na produção de alimentos entre 2050 e 2100.

A agência apresentou um documento à Convenção das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas, sugerindo aos governos medidas para evitar que a segurança alimentar seja comprometida.

Países em desenvolvimento – Segundo a FAO, as consequências do aquecimento global devem cada vez mais atingir nações em desenvolvimento. A agência exortou os governos a preparar suas populações para estes impactos, investindo em agricultura para que se tornem mais resistentes.

Apesar de ressaltar a importância de lidar com os riscos mais imediatos, o diretor-assistente geral para Recursos Naturais da FAO, Alexander Müller, reforçou que não faz sentido tentar mitigar as mudanças de longo prazo após seus efeitos começarem a ser sentidos.

Genética – A FAO aconselhou que se crie um banco de genes, porque algumas espécies correm o risco de desaparecer. Além disso, a organização afirmou ser necessário desenvolver variedades de alimentos melhor adaptadas às condições climáticas futuras.

Como impacto do aquecimento global na agricultura, os preços dos alimentos tendem a subir, tornando as populações mais pobres ainda mais vulneráveis. A Comissão Econômica e Social para a Ásia e o Pacífico, Escap, revelou que 20 milhões de pessoas foram impedidas de sair da pobreza no ano passado devido à elevação dos preços no setor alimentar.

(Fonte: Portal Terra)

 

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Publicado por: BiologiaNews | 03/04/2011

Cientistas espanhóis produzem petróleo a partir de alga

Uma grande quantidade de tubos de oito metros de altura, perto de Alicante, no leste da Espanha, macera o que pode ser o combustível do amanhã: biopetróleo produzido com as microalgas que se alimentam do anídrido carbônico lançado por uma fábrica vizinha.

Cerca de 400 tubos de cor verde escura nos quais crescem milhões de microalgas estão localizados em uma planície dessa região do leste da Espanha, perto de um cemitério, que expele CO2, um gás que é capturado e levado por meio de tubulações até a pequena fábrica de biopetróleo.

Pesquisadores franceses e espanhóis da pequena empresa Bio Fuel Systems (BFS) desenvolvem há cinco anos este projeto, ainda experimental.

Em um momento em que os industriais buscam soluções criativas como alternativas para o petróleo, a ideia é reproduzir e acelerar um processo que durou milhões de anos e permitiu a produção de petróleo fóssil.

“Tentamos simular as condições que havia há milhões de anos, quando o fitoplâncton transformou-se em petróleo. Dessa forma, obtivemos um petróleo equivalente ao petróleo atual”, explica o engenheiro Eloy Chapuli.

As microalgas, procedentes de uma dezena de cepas mantidas em segredo, foram recolhidas do mar Mediterrâneo e do Oceano Atlântico.

Nos tubos, reproduzem-se em grande velocidade, desdobrando-se diariamente por fotossíntese e graças ao CO2 emitido pelo cemitério.

Todos os dias, uma parte desse líquido muito concentrado é extraída e filtrada, permitindo a obtenção de uma biomassa que produzirá petróleo. A água restante volta a ser introduzida nos tubos.

Para seus inventores, a outra grande vantagem desse sistema é que ajuda a acabar com a contaminação: absorve CO2 que, de outra forma acabaria na atmosfera.

“É um petróleo ecológico”, assegura o presidente e fundador da BFS, o engenheiro francês Bernard Stroïazzo-Mougin, que trabalhou em campos petrolíferos no Oriente Médio antes de se instalar na Espanha.

A fábrica de Alicante ainda tem mais de laboratório do que de fábrica. “Ainda precisaremos de cinco a 10 anos mais para passar a uma produção industrial”, assegura Stroïazzo-Mougin, que espera poder desenvolver no curto prazo um primeiro projeto em grande escala no sul da Espanha e outro na ilha portuguesa de Madeira.

“Uma unidade de cerca de 50 km por 50 km, o que não é algo muito grande nas zonas desérticas do sul da Espanha, poderia produzir em torno de 1,25 milhões de barris diários”, ou seja, quase tanto como as exportações cotidianas de petróleo iraquiano, afirma o engenheiro.

A BFS, uma empresa de capital privado, busca agora negociar com “vários países para que patrocinem a instalação de campos petrolíferos artificiais”, explica seu presidente.

A empresa assegura que poderá vender seus barris a um preço competitivo, apoiando-se na venda de produtos derivados, como ácidos graxos do tipo Omega 3 obtidos a partir da biomassa.

Outros projetos semelhantes estão sendo estudados em outras regiões do mundo.

Na Alemanha, o grupo estatal sueco de energia Vattenfall lançou em 2010 um projeto de absorção por meio de algas do dióxido de carbono emitido pelas centrais que funcionam com carvão.

O gigante americano do petróleo ExxonMobil previu um investimento de até 600 milhões de dólares em pesquisas destinadas a produzir petróleo a partir de algas.

Os industriais, particularmente no âmbito aeronáutico, estão interessados nessas pesquisas, nas quais esperam encontrar soluções para substituir o petróleo clássico, cada vez mais escasso e cujos preços são variáveis.

 (Fonte: Portal iG) e AmbienteBrasil

 

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A nova versão do relatório do deputado Aldo Rebelo (PCdoB-SP) sobre mudanças no Código Florestal pode reduzir ainda mais a proteção de áreas de preservação permanente (APP) nas margens de rios e em volta de nascentes.

Segundo Rebelo, a pedido de representantes da agricultura familiar, as APPs poderão ser diminuídas em até 50%, além da redução já prevista na primeira versão do relatório. A legislação atual prevê que as APPs às margens de rios tenham pelo menos 30 metros de largura.

No texto, Rebelo sugeriu APPs de 15 metros para rios de 5 metros de largura, mas agora cogita exigir apenas 7,5 metros de área de proteção. “Esse é um pedido da agricultura familiar. Concordo e acho que pode ser estendido para outros produtores também. Mas o Ministério do Meio Ambiente não concorda, é um dos pontos que ainda estamos discutindo.”

O deputado também deve sugerir mudanças na proteção de nascentes nas pequenas propriedades. Segundo ele, a regra atual, que exige a preservação da vegetação nativa em toda área em um raio de 50 metros da nascente, inviabiliza a produção nas pequenas propriedades. “Cada nascente exige a preservação de quase um hectare. Em algumas regiões é comum ter várias nascentes próximas. Se tiver quatro ou cinco numa pequena propriedade, o dono não tem nem por onde andar, vai ficar devendo APP.”

Em julho do ano passado, uma comissão especial da Câmara aprovou a proposta de Rebelo para alterar a legislação ambiental. Polêmico, o texto foi alvo de contestações de ambientalistas, da comunidade científica e de movimentos sociais ligados à área rural. No início de março, o presidente da Câmara, deputado Marco Maia (PT-RS), decidiu reabrir a discussão para que instituições enviassem sugestões ao relatório de Rebelo.

O prazo para contribuições termina na próxima semana. Segundo Rebelo, já há consenso sobre 90% do texto. “Há pontos localizados. Acho que temos um amplo acordo para preservar o meio ambiente e a produção agropecuária. O que não tiver acordo será levado para votação em plenário.”

Entre os pontos de divergência, além da redução de APPs de rios, está a simplificação da averbação da reserva legal (percentual mínimo de vegetação nativa a ser mantido em uma propriedade, que varia de 20% a 80%, dependendo do bioma).

Ao contrário das regras atuais e do que defende o governo, Rebelo diz que o registro não precisa ser feito em cartório e defende que a averbação seja apenas “declaratória”: o proprietário diz que mantém o percentual obrigatório de vegetação nativa, sem precisar comprovar com georreferenciamento. “Vai ser como o Imposto de Renda, que é declaratório. Não precisa ser feito em cartório. O proprietário vai declarar a reserva legal de boa-fé. É claro que caberá ao órgão ambiental avaliar se aceita ou não e checar.”

O deputado se reuniu nesta quinta-feira (31) com representantes dos ministérios da Agricultura e do Meio Ambiente e pretende entregar na próxima semana uma nova versão do relatório. A data da votação do texto tem que ser definida pelo presidente da Câmara, Marco Maia.

Rebelo recebeu nesta quinta apoio da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), que preparou uma cartilha para tentar convencer os parlamentares que, sem as mudanças sugeridas por Rebelo, a produção agropecuária brasileira será inviabilizada. “Damos total respaldo ao relatório do Aldo. O texto está discutido, maduro e tem todas as condições de ser votado. Nossa meta é a preservação, queremos produzir com sustentabilidade e ter regras, mas que permitam aos agricultores trabalhar com segurança jurídica”, disse o presidente da entidade, Marcos Lopes de Freitas.

Rebelo disse que o apoio da OCB ajuda a democratizar a discussão sobre o Código Florestal, que, segundo ele, tem sido distorcida. “O debate está sendo pautado de maneira superficial e deformada, como se houvesse um embate entre os grandes produtores e os ambientalistas. Não é verdade que os grandes produtores sejam os únicos a querer mudanças na lei e não é verdade que todos os ambientalistas sejam contrários a qualquer alteração no código.”

(Fonte: Luana Lourenço/ Agência Brasil)

 

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Algum dos produtos mais famosos nas prateleiras dos supermercados poderão logo, estar em embalagens mais sustentáveis, agora que a Coca-Cola, Colgate-Palmolive, DuPont, Dow Chemical, Kelloggs e outros  formaram uma organização para coordenar esforços relacionados à industria de embalagem e ao meio ambiente.

O presidente da Instituição Americana de Embalagem e Meio Ambiente (Ameripen) Joan Pierce, que também é vice-presidente da Colgate-Palmolive, declara que “a organização irá advogar nas políticas publicas relacionadas a embalagem e ao meio ambiente, atuando junto à associações comerciais, instituições acadêmicas, ONGs e agências governamentais.”

A associação americana fica em Michigan, e é inspirada em outras associações européias (Europen) e britânicas (Incpen). Entre os objetivos, está o incentivo á pesquisas científicas na área de embalagens sustentáveis, visando medidas ambiental, social e economicamente favoráveis.

A adesão é aberta a produtores de matérias-primas, fornecedores de embalagem, conversores de embalagem, transportadores de lixo, recicladores e fabricantes de produtos embalados, distribuidores e varejistas. A primeira reunião anual do grupo deverá ser realizada em 22 de junho.

O diretor da Europen, Julian Carroll, disse: “Hoje as questões ambientais que as embalagens enfrentam são mais complexas que nunca. É essencial ter uma voz para representar as posições comuns da indústras sobre estas questões e ajudar a criar políticas públicas.”

Fonte: http://blog.ambientebrasil.com.br/?p=2350

 

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Publicado por: BiologiaNews | 01/04/2011

Após terremoto, pandas são apresentados em zoo de Tóquio!!!

Pandas gigantes foram apresentados no zoológico Ueno, em Tóquio. Foto: Reuters

Por causa do terremoto do dia 11 de março, o público teve que esperar, mas nesta sexta-feira, os dois novos pandas gigantes do jardim zoológico Ueno, em Tóquio, finalmente foram apresentados.

A fêmea Xiannu e o macho Bili foram rebatizados como Shin Shin e Ri Ri pelos japoneses. A apresentação estava marcada para meados de março, mas com a tragédia do dia 11, acabou adiada indefinidamente.

Cerca de 3 mil pessoas foram ao zoo para ver pela primeira vez os animais. O casal foi alugado da China pela administração metropolitana de Tóquio por US$ 950 mil por ano.

A entrada do zoológico era franca para desabrigados pelos desastres naturais e acidente nuclear de Fukushima.

Fonte: Terra

 

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O número de cetáceos, como golfinhos e baleias, mortos pela maré negra da BP (British Petroleum) no golfo do México em 2010, pode ter sido subestimado. Ele seria superiora 5.000,segundo estudo divulgado nesta quarta (30/03). A pesquisa –divulgada na “Conservation Letters”, revista da Sociedade para Conservação Biológica– mostra que essa quantidade pode ser multiplicada por 50, estabelecendo um novo registro que vai muito além da contagem inicial.
Na zona afetada, havia 101 carcaças, o que leva a crer que poucos cetáceos foram vítimas do petróleto que vazou durante 106 dias de poço da plataforma Deepwater Horizon. Mas, na realidade, os esqueletos representam uma pequena parte dos animais que morreram.
“A maré negra da Deepwater, a maior de que se tem conhecimento nos Estados Unidos, tem, aparentemente, apenas um impacto modesto sobre a fauna, levando a crer que os estragos causados ao ambiente foram mínimos”, considera Rob Williams, professor da Universidade da Colúmbia Britânica, no Canadá, e principal autor deste estudo.
“Essa impressão é explicada pelo fato de os estudos terem feito uma correspondência entre o número de vítimas e o de esqueletos encontrados na costa”, explica.
Normalmente, apenas 2% das carcaças de cetáceos são achadas, de acordo com estimativas históricas das populações desses animais e a taxa natural de mortalidade nesta região, combinada com a contagem anual das mesmas.
O lote de 101 carcaças, considerado pequeno pelos pesquisadores, também seria explicado pelo fato de os animais morrerem longe da costa – a maré negra da BP foi registrada a 60 quilômetros ao longo do estado de Louisiana (EUA).
Fonte: France Presse e Folha.com

 

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Publicado por: BiologiaNews | 24/03/2011

Vem aí a 2ª Mostra de Fotografias de Biólogos do CRBio-01

Durante o 20º Congresso de Biólogos do CRBio-01 (20º ConBio), que será realizado entre os dias 17 e 20 de julho próximo, no Centro de Convenções do Pantanal e UFMS/Campus do Pantanal, Corumbá (MS), acontecerá simultaneamente a 2ª Mostra de Fotografias de Biólogos. O tema escolhido para a Mostra é “Um Olhar sobre as Florestas”,  com o objetivo de contemplar a riqueza da fauna, da flora e do meio ambiente relativo às florestas brasileiras, chamar atenção para a sua preservação e, ao mesmo tempo, comemorar 2011 –  Ano Internacional das Florestas, declarado pela ONU – Organização das Nações Unidas.
Estudantes de Ciências Biológicas e os Biólogos registrados no CRBio-01, que estejam em dia com o Conselho,poderão participar com até duas fotografias inscritas. A novidade desta edição são os prêmios de R$ 500,00 para o 1º lugar; R$ 300,00 para o 2º e R$ 200,00 para o 3º. Não é necessária a  presença dos participantes da Mostra durante o 20º ConBio. O prazo para inscrição é até o dia 30 de maio de 2011. O regulamento completo está no portal do CRBio-01: www.crbio01.gov.br/.  (selecione  no Menu: 2ª Mostra de Fotografias). Participe!

 

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Publicado por: BiologiaNews | 24/03/2011

Começa resgate de pinguins ameaçados por petróleo em ilha

Autoridades estimam que cerca de 20 mil pinguins de espécie ameaçada de extinção foram atingidos pelo óleo. Foto: AP

Autoridades estimam que cerca de 20 mil pinguins de espécie ameaçada de extinção foram atingidos pelo óleo
Foto: AP

Uma corrida para resgatar mais de 20 mil pinguins ameaçados por um derramamento de petróleo na ilha britânica de Tristão da Cunha, isolada do Atlântico, teve início nesta quinta-feira depois que um cargueiro ficou encalhado.

Os pinguins Rockhopper cobertos de óleo começaram a ser recolhidos e retirados, sendo colocados em um galpão para receberem tratamento, limpeza e posteriormente voltarem ao habitat natutal.

“Quinhentos Rockhoppers foram levados à costa em Tristão nesta manhã”, afirmou o administrador da ilha, Sean Burns, em um comunicado publicado na internet. Mas o fluido especial para a limpeza dos animais está acabando, o que obrigará a um segundo navio sair da Cidade do Cabo para fazer uma viagem de diversos dias por 2,8 mil km até o local.

“Um próximo passo crucial confirmará um segundo navio que partirá da Cidade do Cabo nos próximos dias com todo o equipamento necessário para limpar as aves, mantê-las saudáveis e possivelmente devolvê-las ao oceano”, disse Burns. “Será uma corrida contra o tempo”, acrescentou.

O navio MS Oliva ficou encalhado na ilha de Nightingale em 16 de março comandado por um capitão grego e com uma equipe de 21 filipinos a bordo, que foram resgatados com segurança. Desde então, a embarcação rompeu-se, dividindo-se em duas partes.

“Infelizmente, as aves não podem ser alimentadas até que o navio da África do Sul chegue com o abastecimento de peixe congelado, junto com uma equipe de limpeza especializada e outros suprimentos”, afirmou John Cooper do conselho de conservação de aves da Austrália.<

O arquipélago é hábitat da maior parte dos pinguins Rockhopper existentes no mundo. Tristão e Cunha é uma ilha vulcânica com 263 residentes britânicos descritos como a comunidade mais isolada do mundo, mas conta com hotéis, aeroporto, clubes noturnos e restaurantes.

Fonte: Terra

 

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